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  • Cráton Consultoria

Nem tudo que reluz é ouro, mas pode valer tanto quanto!

Atualizado: 24 de Set de 2019

Já parou pra pensar que debaixo da terra que você mora pode ter algum tesouro escondido?





A natureza é generosa.


Basta olhar com cautela para perceber como a natureza nos presenteia todo dia com sua riqueza. Quem não gostaria que esses presentes aparecessem como pepitas de ouro por nossa propriedade?

Isso é muito raro de acontecer e, encarando a realidade, essa possibilidade não é das maiores. Mas as riquezas minerais podem se expressar de formas muito peculiares e até de maneiras que você não imaginava que fossem possíveis. Areias e argilas também podem mostrar um significativo valor econômico e isso se deve não ao valor da tonelada em si, mas da grande quantidade em que é vendida. Assim também funciona para carbonatos, que são utilizados como brita, cimento, corretivos de solo, dentre outras demandas. Existem outros minerais que podem apresentar manganês, lítio, bauxita ou estanho em suas composições e são, portanto, muito relevantes na indústria de produção tecnológica.

A beleza também agrega valor. Apesar disso ser relativo e inconstante, o mercado dita qual peça de rocha ornamental e gemas valerão mais.Ainda assim é um mercado bastante movimentado, e a diversidade de rochas ornamentais vai muito além do granito e mármore. O mesmo vale para gemas que, por sua vez, são peças cujo valor depende de suas propriedades como pureza, ausência de fraturas e transparência.

No entanto, somente a presença de uma riqueza mineral não basta. As condições em que se encontra, quantidade e região são fatores que determinam se é economicamente vantajoso explorar. Isso significa que apenas um estudo aprofundado e direcionado criticamente para potencial exploratório é capaz de dizer o que há de valor no local e a se exploração é, ou não viável. Nesse estudo constam a elaboração de mapas detalhados do terreno, a geologia regional para associar o contexto dos materiais presentes no subsolo, o campo afim de delimitar as áreas de interesse exploratório e análise laboratorial das amostras recolhidas em pontos estratégicos para identificar os elementos e minerais presentes.

Por isso, a Cráton atua seguindo normas para manter o padrão de qualidade em virtude dos vários processos envolvidos no projeto. Como procedimento padrão, é de praxe que, primeiramente deve-se averiguar se a área está requerida, para então levantar os estudos regionais da área. Caso a área não esteja requerida, segue para o próximo passo, o levantamento de estudo da região a qual a propriedade está situada. Após essa etapa, elabora-se o roteiro de campo delimitando as áreas de interesse para seguir com a retirada de amostras em áreas estratégicas, afim de que sejam representativas. Por fim, as amostras são submetidas a análises geoquímicas e conclui-se o projeto através de um relatório técnico, contendo as informações recolhidas durante o projeto juntamente com o resultado das amostras e mapa geológico.

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